3 situações em que vale a pena pegar empréstimo

Em função dos altos juros e do comprometimento com uma nova dívida, nem sempre vale a pena pegar empréstimo no banco. Ainda assim, existem muitas situações em que essa fonte de dinheiro rápido e seguro pode dar uma grande ajuda nas finanças. Para impulsionar um empreendimento ou começar a resolver complicações, um empréstimo bem planejado é opção.

Situações em que vale a pena pegar empréstimo

  • Comprar à vista

Se você tem o objetivo de comprar um carro ou uma casa, deve saber que pagar à vista pode render bons descontos no valor final. Acontece que não é tão fácil conseguir acumular o valor necessário para pagar esses bens sem parcelamento. Nesses casos, com uma busca por um bom serviço de crédito, que tenha juros iguais aos de um financiamento, vale a pena pegar empréstimo e pagar à vista.

  • Quitar dívidas

Quando você tem dívidas muito altas e não está dando conta de pagá-las, como é o caso cheque especial, em que os juros podem ser verdadeiros vilões, vale a pena pegar empréstimo e quitar tudo de uma vez. Você só vai ter que se preocupar com uma conta e uma taxa de juros. Mas é preciso ter controle e não adquirir novas dívidas.

  • Começar negócios

Outro momento em que vale a pena pegar empréstimo é quando você vai começar um negócio. Mesmo que não seja tão válido assim dar início a um projeto quando já está com dívidas, o valor conseguido com o banco pode impulsionar o empreendimento e você tem a chance de realizar algo com mais qualidade do que faria sem essa ajudinha.

Quando você não deve correr o risco de pegar empréstimo

Acontece que não vale a pena pegar empréstimo para pagar todas as suas contas. Isso porque você vai acabar fazendo novas dívidas e tem ainda mais chance de se complicar com as finanças. É por isso que contas de cartão de crédito, por exemplo, não devem ser pagas através de empréstimos bancários, já que os juros não costumam compensar.

Também não vale a pena correr o risco se você conhece sua falta de autocontrole com as finanças e sabe que não vai conseguir renunciar a novos gastos para pagar as parcelas do empréstimo. O serviço de crédito pode se tornar apenas uma nova complicação na sua vida.

Como negociar dívida do cartão de crédito

Priorizar dívidas: saiba que critérios utilizar para o pagamento

Pense na seguinte situação: você está endividado, com contas de luz, água e gás vencidas. Cartão de crédito a vencer com um valor alto e cheque especial perto do limite. Você provavelmente se pergunta: qual critério deve ser utilizado na hora de priorizar dívidas?

A situação é mais comum do que se pensa no Brasil. De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em março de 2015 o percentual de famílias endividadas no país chegou a 59,6%, contra 57,8% do mês anterior.

Para sair do momento de dificuldade, é preciso planejamento e controle financeiro.

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Negociação para priorizar dívidas

Pagar dívidas de serviços essenciais, como água, luz e gás, deve ser prioridade, uma vez que o corte pode complicar a vida da família toda. Tributos e pensão alimentícia também são críticos, em muitos casos, pois podem levar à penhora de bens mais facilmente que as dívidas com empresas e bancos.

Ao priorizar as dívidas com bancos, o melhor, recomenda Domingos, é procurar o gerente e pedir que se junte em um mesmo pacote os débitos de cheque especial, cartão de crédito e demais empréstimos, que possuem juros mais elevados. Na negociação, o ideal é chegar a uma linha de crédito diferente, mais alongada, com juros médios de 2,5%, cuja prestação seja menor do que o valor total dos juros que a pessoa pagava mensalmente.

“A partir do acordo com o banco, o devedor estará pagando não mais apenas os juros, e sim o valor principal, fazendo com que a dívida seja efetivamente liquidada ao longo do tempo”, explica.

Se não houver possibilidade de acordo com a instituição, o educador financeiro recomenda poupar, para quando o endividado for procurado pelas empresas de recuperação de crédito contratadas pelos bancos tenha melhores condições de negociar a quitação em valores menores.

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